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Soldado que destruiu estátua de Cristo é preso por 30 dias

por Redação

As Forças de Defesa de Israel (FDI) concluíram nesta terça-feira (21) o inquérito do caso em que um soldado israelense destruiu a marretadas uma estátua de Cristo em Debel, no sul do Líbano. De acordo com as FDI, o vídeo foi filmado por um soldado israelense, enquanto outros seis militares, que estavam presentes, assistiram o ato.

Conforme informações do Exército israelense, o soldado que vandalizou a estátua será removido do serviço de combate. Ele ficará 30 dias em detimento militar.

O soldado o que filmou a ação receberá a mesma punição que o que cometeu o ato. Os demais seis militares que ficaram assistindo foram convocados para prestar depoimento.

Declaração da FDI

As Forças de Defesa de Israel se pronunciaram quanto ao ocorrido. “A FDI expressa profundo arrependimento pelo incidente e enfatiza que suas operações no Líbano são direcionadas exclusivamente contra a organização terrorista Hezbollah e outros grupos terroristas, e não contra civis libaneses”, declararam.

O Exército de Israel publicou nas redes sociais que já substituiu a estátua quebrada de Cristo por uma nova, no mesmo local.

O que ocorreu

Um soldado israelense foi flagrado em vídeo destruindo uma estátua de Jesus, gerando repercussão e condenação nas redes sociais. Em um comunicado emitido nesta segunda-feira (21), o Exército israelense confirmou a autenticidade das imagens, que foram amplamente compartilhadas online, acumulando milhões de visualizações nas plataformas digitais.

Segundo os militares, o material mostra um soldado israelense “operando no sul do Líbano”, onde Israel lançou, no mês de março, uma invasão terrestre em conjunto com bombardeios aéreos, na guerra conjunta com os Estados Unidos contra o Irã.

Repercussão e declaração do primeiro-ministro

As imagens do ato correram o mundo através da Internet e foi repercutida pela imprensa internacional. Diante dos fatos, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, também utilizou as redes sociais para condenar a conduta do militar israelense.

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