Com acolhimento, emoção e esperança em forma de arte, os corredores do Hospital Estadual 2 de Julho foram tomados pelo som dos tambores e pela alegria do projeto “Música Cura”, nesta terça-feira (19). A unidade, gerida pela FABAMED, recebeu a iniciativa idealizada pelo compositor e cantor da Timbalada, Buja Ferreira, que ao lado do músico Anderson Capacete e da mascote Bujinha levou música, leveza e momentos de descontração para pacientes internados, acompanhantes e profissionais de saúde.
Os músicos percorreram enfermarias e setores da unidade transformando, por alguns instantes, a rotina hospitalar em um cenário de afeto, sorrisos e conexão humana. Entre canções marcadas pelo ritmo percussivo da Bahia, pacientes cantaram, bateram palmas, se emocionaram e esqueceram, ainda que por alguns minutos, os desafios da internação.
A ação emocionou familiares e acompanhantes que lidam diariamente com a rotina hospitalar. A dona de casa Fátima Souza contou que o momento trouxe conforto em meio ao período delicado vivido junto ao marido, que está internado na unidade. “Entrar no hospital é sempre difícil. A gente sofre junto com quem está internado. Hoje eu já chorei muito, mas ver essa alegria aqui fortaleceu meu coração. Foi emocionante demais”, relatou.
O cantor Buja Ferreira destacou que o projeto nasceu justamente com o propósito de levar acolhimento através da música. “Nós temos o projeto ‘Música Cura’ e a nossa missão é passar alegria ao povo através da música. Estamos aqui hoje no Hospital Estadual 2 de Julho para levar amor, alegria e acolhimento aos pacientes”, afirmou.
Para a gerente de enfermagem da unidade, Beatriz Morais, iniciativas como essa reforçam a importância da humanização no cuidado em saúde. “Foi emocionante ver pacientes que pouco interagiam sorrindo, cantando e participando. A música tem esse poder de transformar o ambiente, acolher e trazer leveza. Foi um momento muito especial para todos nós”, destacou.
O projeto “Música Cura” proporcionou momentos de leveza e acolhimento no Hospital Estadual 2 de Julho, mostrando como pequenos gestos podem tornar a rotina hospitalar mais sensível, próxima e humana.
