A vereadora e defensora da causa animal Marcelle Moraes (União Brasil) se posicionou nas redes sociais nesta segunda-feira (1º) sobre o caso da mulher investigada por torturar e matar animais para produzir e comercializar vídeos pela internet.
Em vídeo publicado para seus seguidores, a parlamentar classificou o episódio como um dos casos mais chocantes de crueldade animal dos últimos tempos e cobrou rigor das autoridades na apuração dos fatos.
Segundo Marcelle, o caso ultrapassa a esfera dos maus-tratos e revela uma prática deliberada de violência contra animais indefesos com o objetivo de gerar lucro por meio do sofrimento.
“Não estamos diante de um simples caso de maus-tratos. Estamos falando de crueldade deliberada, de violência praticada contra animais indefesos e da banalização da dor como forma de entretenimento. É algo que revolta qualquer pessoa que tenha o mínimo de sensibilidade”, afirmou.
A vereadora também destacou a repercussão nacional do caso e a indignação popular após a suspeita ter sido liberada após prestar esclarecimentos, enquanto as investigações continuam.
“O que estamos vendo é uma sociedade perplexa diante de relatos que chocam pela perversidade. Os animais sentem dor, sentem medo e sofrem. Quem escolhe praticar esse tipo de violência precisa ser investigado e responsabilizado dentro dos limites da lei”, declarou.
Marcelle fez um apelo para que as autoridades conduzam o caso com rigor e transparência, evitando qualquer sensação de impunidade.
“A população espera respostas. É fundamental que todos os fatos sejam esclarecidos e que eventuais responsáveis respondam pelos seus atos. Quando há a percepção de impunidade, a confiança da sociedade na proteção animal é diretamente afetada”, disse.
Reconhecida nacionalmente pela atuação em defesa dos animais, a parlamentar reafirmou o compromisso de continuar acompanhando casos de violência e cobrando providências dos órgãos competentes.
“Nossa luta não é apenas pelos animais que ainda podem ser salvos. Também é por aqueles que sofreram sem ter voz. Não podemos permitir que a crueldade seja relativizada, normalizada ou ignorada”, concluiu.
O caso segue sob investigação das autoridades competentes.
