Mais de 30 profissionais de saúde participaram de uma capacitação sobre a transição para o uso da insulina glargina no Sistema Único de Saúde (SUS), realizada no Multicentro de Saúde da Liberdade. A atividade teve como foco a atualização das equipes e o alinhamento das informações para o atendimento às pessoas com diabetes.
Participaram médicos, enfermeiros, farmacêuticos, profissionais administrativos do Serviço de Farmácia e assistentes sociais. O encontro promoveu a troca de conhecimentos entre as diferentes áreas envolvidas na assistência e no acompanhamento dos usuários.
A atividade é fruto da parceria entre a S3 Gestão em Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde de Salvador, através das ações de educação permanente em saúde, desenvolvidas pela Coordenadoria de Assistência Farmacêutica (COAF) da SMS, contribuindo para a qualificação profissional das equipes, com vistas à melhoria da assistência prestada aos usuários que vivem com diabetes.
A mudança integra a estratégia nacional do Ministério da Saúde para a transição do uso da insulina humana NPH para a insulina glargina no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), voltada, inicialmente à determinadas faixas etárias. Enquanto a NPH é uma insulina humana de ação intermediária, a glargina é um análogo de insulina de ação prolongada. Segundo o Ministério da Saúde, a insulina glargina apresenta duração de ação de até 24 horas e, na maioria dos casos, possibilita uma única aplicação diária, favorecendo maior estabilidade dos níveis glicêmicos.
“É importante que os profissionais estejam alinhados sobre essa mudança para que possam orientar os usuários de forma clara e segura. A capacitação permite tirar dúvidas e melhorar a condução do tratamento no dia a dia dos serviços”, destacou Antenor Ipirapininga, enfermeiro da S3 Gestão em Saúde.
Durante a atividade, foram abordados aspectos relacionados ao tratamento com a insulina glargina, à condução da mudança terapêutica e à orientação dos usuários. A preparação das equipes busca garantir que as informações sejam repassadas de forma adequada e que o acompanhamento seja realizado com segurança, conforme as orientações estabelecidas pelo Ministério da Saúde, para a transição no SUS.
